
Eu quero muito ter um desses, já
pensou ter mobilidade pra comer, pra mexer no controle remoto e ler jornal
...
Confira aqui
Em geral, publicações deste gênero são recheadas de lembretes, frases históricas, aforismas filosóficos, previsões astrológicas, informações globais; outras vezes, trazem conselhos práticos para um mundo demasiadamente prático e pragmático. Mas aqui, as marcas do caminho do tempo e do calendário são demarcações poéticas, jardins de flores e plantas e florações feitas de poesia, as fronteiras de cada dia.

Eu quero muito ter um desses, já
pensou ter mobilidade pra comer, pra mexer no controle remoto e ler jornal
...
Confira aqui
- IMC -
Já faz um tempão
que se vc ouvir meu MP3 (leia meus lábios ainda não
tenho um iPOd)

Hoje acordei pensando em coisas novas e descobri
Ouça aqui trechos
automaticamente lembrei de você Renato (um homem de valor, que não se preocupa só com sucesso)! OUça experimente e se já
conhece desfrute-o comigo esse prazer raro de jazz!!!Saudade!! Distância só geográfica!

Ouça um trecho
Virada Cultural Assisti a 9 apresentações e uma interação fui convidado a subir ao palco, pra sambar pasmem! Abriu-se com Omstrab ÊÊÊCCCQUÊÊ oh ÊÊÊCCCQUÊÊ, Praticamente a Vânia Bastos cantando pra gente ali de pertinho e ninguém sabia as letras só eu, T. Kaçula e Renato Dias que chamouu-nos ao palco (dividi com a Simone um povo lá), Marcel Powel (filho do Baden) o cara faz um som com as cordas do violão e Suzaana (assim fala a Vânia Bastos) Salles,Ivan Vilela e Lenine Santos (tenor) com Caipira emocionante! E Chico César & orquestra sinfônica da Paraíba com o arraso de “Odeio Rodeio” :
Odeio rodeio
E sinto um certo nojo
Quando um sertanejo
Começa a tocar
Eu sei que é preconceito
Mas ninguém é perfeito
Me deixem desabafar [bis]
A calça apertada
A loura suada
Aquele poeirão
A dupla cantando
E um louco gritando
Segura peão
[Refrão]
Me tira a calma
Me fere a alma
Me corta o coração
Se é luxo ou é lixo
Quem sabe é o bicho
Que sofre o esporão
[Refrão]
É bom pro mercado
De disco e de gado
Laranja e trator
Mas quem corta a cana
Não pega na grana
Não vê nem a cor
Respeito Barretos
Franca, Rio Preto
E todo interior
Mas não sou texano
A ninguém engano
Não me engane amor
[Refrão]
Quase me passou batida a notícia em vários jornais e que relata o caso de 600 meninas sofrendo desse mal que por hora foi mencionado como histeria coletiva:
No Terra:Histeria coletiva paralisa alunas de internato no México
HowStuffWorks:Por que 600 meninas no México estão sofrendo de histeria coletiva?(Em inglês)

A geografia da cidade é plana -
traçada a direito pelos roteiros que percorremos. Todos os rostos me
sobressaltam com a tua imagem. Penso sempre que pode aparecer, de súbito, na
dobra de uma rua, no trajeto para o trabalho, numa divisão de uma casa a
outra.
É uma espécie de ansiedade abafada, constante, que corresponde a
um ponto exato do corpo - fica ali, entre o coração e o estômago a meio caminho
de nada e entre tudo o que é vital.
Dizem que o amor sem sofrimento não é
amor. Talvez não seja só masoquismo. Talvez esta agonia toda amadureça algo
dentro do peito: valoriza-se o momento porque se passou pela ausência; amacia-se
a voz porque se conhece o desespero; aumenta-se a doçura porque se passou pela
dor! Foi assim que aprendemos a conhecer ao fundo do coração - entre a presença
e a ausência, entre a luz e as trevas, entre o amor a dor. Foi assim que
resistimos a tudo e a todos mas principalmente a nós - a esta vontade de
destruir a dor a qualquer preço. Acabamos sempre rendidos por um amor maior que
de tão amargo se fez doce e de tão fundo se fez permanente.
E de tão
longe que estás não te digo que tenho saudade.
Este disparate de ter
saudades faz com que os grandes acontecimentos desapareçam, lembramo-nos dos
outros acontecimentos, ínfimos, isolados, na amálgama dos dia, aquelas coisas
que de tão integradas na pele são incapazes de provocar, por si, só uma
alteração no rumo de uma manhã. De repente recordo-me do teu cabelo molhado
nesse hábito de odiar guarda-chuvas.
Afinal todas as
pequeninas coisas do cotidiano, as coisas simples - é delas que tenho saudades:
tomar café contigo, rir, dizer palavras inócuas como bom dia, seres a última e a
primeira imagem que vejo ao adormecer e ao acordar e então pergunto-te: não será
isto maior que dizer que tenho saudade?